quarta-feira, 26 de outubro de 2016

HALLOWEEN




O Halloween é uma festa comemorativa celebrada todos os anos no dia 31 de outubro, véspera do Dia de Todos os Santos. Ela é realizada em grande parte dos países ocidentais, porém é mais representativa nos Estados Unidos. Neste país, levada pelos imigrantes irlandeses, chegou em meados do século XIX.
Por ser uma festa pagã, foi condenada na Europa durante a Idade Média, quando passou a ser chamada Dia das Bruxas. Aqueles que comemoravam esta data eram perseguidos e condenados à fogueira pela Inquisição. Com o objetivo de diminuir as influências pagãs na Europa Medieval, a Igreja cristianizou a festa, criando o Dia de Finados (2 de novembro). Esta festa, por estar relacionada em sua origem à morte, integra elementos e figuras assustadoras.
São símbolos comuns desta festa: fantasmas, bruxas, zombies, caveiras, monstros, gatos negros e até personagens como Drácula e Frankenstein. As crianças também participam desta festa. Com a ajuda dos pais, usam fantasias assustadoras e partem de porta em porta, na vizinhança, dizendo a frase “doçura ou travessura”. Felizes, terminam a noite do 31 de outubro, com sacos cheios de guloseimas, caramelos, chocolates e doces.

Xavier Rainho 6ºA

DIA DA ALIMENTAÇÃO







No dia 24 de outubro, numa segunda-feira, na Escola Faria Vasconcelos, das 9h15 às 10h, aconteceu uma atividade sobre o Dia da Alimentação.
Os alunos do 6ºA entraram na sala, juntaram as mesas para formarem grupos e, depois, os alunos da Escola Secundária Nuno Álvares, em  conjunto com a professora, explicaram que iam jogar o Jogo da Glória, relacionado com a alimentação.
As regras eram as seguintes: lançava-se o dado e, quando calhava numa casa, faziam uma pergunta; se se acertasse, avançavam-se casas e, se se errasse, recuava-se. Foi divertido.
E assim se assinalou o Dia da Alimentação.

Beatriz Nunes, 6ºA 

O MUNDO AO CONTRÁRIO





Numa noite escura de sol abrasador, uma velha muito velha de 10 anos, viu um mudo dizer a um surdo que tinha visto um cego a olhar para um aleijado a correr atrás de um carro parado. E ali perto, a 200.000 Km, uma criança de 85 anos, dizia, calada, que preferia morrer do que perder a vida, e ali à frente, na cidade atrás, um gato de cor preta clara, foi atropelado por um carro estacionado. Este é o fim da minha história a começar.

                                                          Lara Geirinhas, 6ºA e Miguel Almeida, 6ºA